quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

:'(






"Sabe, vó, mesmo longe nunca tive tão perto de ti. Minha saudade faz eu sentir teu cheirinho, faz meus ouvidos ouvirem tua bênção todos os dias. (...)
Desculpa, vó. Desculpa por não ter passado mais tempo contigo. (...)
E obrigado por ter siso minha vó, uma vó de quem me orgulharei e amarei pra sempre!"






sábado, 24 de agosto de 2013

(...)

 
 
"Deixe-me guardar esta lembrança. Só esta."
                                                                                                                             ( O Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Do LuAr não há mais nada a dizer...



Trecho de "Era uma vez o amor, mas tive que mata-lo."

"Nem sempre fui bom com ela, melhor dizendo, era um filho da puta. Amava-a tanto que não sabia o que fazer. Em vez de lhe dar o que eu sentia, de enche-la com aquele amor áspero, eu o engolia. É uma coisa que eu não entendo: seu amor me chegava fácil, em troca o meu não fluía para ela. Acredito que o amor dela reprimia o meu. Ela e o seu amor formavam uma substância espessa e o meu amor e eu ficávamos travados, então me enfurecia e ela não conseguia entender. Tratei-a mal muitas vezes por que estava desesperado mas a amava mais que a minha própria vida... e quando ela se foi minha vida se apagou.
(...) E o meu amor ficou comigo e houve gotas de sangue no meu silêncio. Ela se afastou e eu entrei no quarto do castigo, o menos florido de todos os manicômios, e ainda não sai.
(...) Como não consegui explicar a ela o quanto a amo, explico ao mundo.
(...) Você tinha uma forma peculiar de me iluminar, um silêncio com leves ressonâncias de estações chuvosas, de hotéis no meio do deserto."

É isso.!