quarta-feira, 23 de março de 2011

Dom Quixote

"Tudo bem, até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem, seja o que for
Seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas
Tudo bem... Até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Muito prazer... Ao seu dispor
Se for por amor às causas perdidas.
Por amor às causas perdidas"
                                          
* * *

Às vezes me sinto desanimada com as coisas, quando o pensamento de que tudo está sendo em vão, eu escuto a música "Dom Quixote" dos Engenheiros do Hawaii, ela me faz voltar a ter aquele sentimento que qualquer coisa, quando feita com o coração não é em vão. Mesmo quando se perde uma luta, da um"puta" orgulho depois. Aquela coisa de poder dizer, como diria o Caio Fernando: "Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto talvez, mas tentei da maneira mais bonita que sei." No fim vai ver que é isso que conta - a tal felicidade deve mesmo estar na jornada e não no destino.


=)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Fly away...

Catitando pelo Orkut, nos momentos que não tenho algo melhor pra fazer, li algo em uma comunidade que achei reflexivo. Lá diz que é de autoria do William Shakespeare, mas não posso confirmar.

"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama."

E tbm li algo que por vários momentos eu teria escrito, exatamente com as mesmas palavras:

"Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém percebe. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está ouvindo para começar a soluçar. Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família. Acredite, eu sei como é tudo isso."



* * *